Ano (quase) velho, resoluções novas.

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Sete de outubro. Faltam 3 meses para o final do ano. E suas resoluções de ano novo, como estão? (cri…cri…cri)

Sim…eu sei…as minhas também estão assim… tristes… abandonadas… cabisbaixas…

Agora resta decidir: o que fazer sobre isso?

Algumas alternativas vêm à mente:

  1. Fingir que nada aconteceu e seguir como se nada fosse — “Resoluções? Que resoluções?”
  2. Culpar-se profundamente por não ter cumprido nada até aqui, e se martirizar pelos próximos meses até 31 de dezembro.
  3. Parabenizar-se pelo que já conquistou e continuar firme nos seus novos hábitos — sim, essas pessoas existem!
  4. Dar um gás nesses últimos 85 dias, aproveitando ao máximo o tempo que ainda tem.
  5. Ou então, abandonar as resoluções de janeiro e criar novas metas para o último trimestre.

Olhando para minhas resoluções, refleti que o que melhor me serve é uma combinação entre a 4 e a 5.

O que eu tinha estabelecido para esse ano era:

1)   Fazer uma coisa extremamente difícil

2)   Planejar seis miniaventuras ao ano (uma a cada dois meses)

3)   Adicionar um novo hábito a cada três meses

(Link para o artigo completo no Estadão)

Relendo minhas anotações, fiquei surpresa: meu objetivo desafiador? Esqueci completamente dele. E tampouco será prioridade em 2026. Então, ação 5.

Quanto às miniaventuras, quero fazer pelo menos duas até o réveillon — ação 4. E, sobre um novo hábito, quero iniciar o Duolingo em francês — ação 4.

O objetivo desta pausa é trazer mais intencionalidade para esse período do ano, que costuma virar uma correria só. Então, se você também fez resoluções para 2025, segue o convite para – como diria o Waze – recalcular a rota. ?

 

 

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